terça-feira, 14 de abril de 2009

A poesia me uniu a tantos amigos
Por quem nutro tamanho respeito e estima
E por quem o mundo não permite
Mostrem sua verdadeira face
Histórias, visões diferentes
Sobre que é cada sentimento
Mundividência, comédia ou tragédia?

As sem-razões, temores, explosões
De um eterno amante, apaixonado
Que transgride as regras ‘normais’
E se apaixona sem limite...
Mesmo sabendo que aí reside sua fraqueza
Que importa? Ele dá cores a ela,
Cores infinitas e vivas...

E quando o mundo à sua volta
Faz com que você o enxergue de outra forma
Com todas as suas mazelas e sonhos
Abrindo espaço para um novo universo
Traçado a linhas únicas, diferentes
Fazendo valer o que vêem
Os detalhes que não escapam

Moça dos olhos claros
Teus mistérios se desvendam
Numa moldura clara e simples
Do que fazes ser você, do que sentes
Imprimindo uma delicadeza singela
Perfeita consciência de sonhos ocultos
Atrás de uma alma alva de poetisa

Grandes amigos, grandes histórias
Agradeço infinitamente a companhia
E saibam por meio desses versos
O apreço e a admiração que existe
Embora sejam minha ‘concorrência’
Sei que não existe essa baboseira
Apenas uma singela homenagem.

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