quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Ouça, não tenho mais a te dizer
E mesmo assim, a sua lembrança não sai de mim
Quando você me roubava a paz e o sossego
E seus carinhos me matavam pouco a pouco
Tanto tempo sentindo esse sufoco
Injetando esse veneno chamado raiva no meu sangue
Secou o que ainda restava de mim
Hoje estou livre de você
Mas ainda não das memórias
Mas fui sábio em romper
Com o jogo perigoso
Em que tudo poderia se transformar
Ouça, só dessa vez
Foi melhor assim
Evitei de me matar, sem querer.

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