Olhei para fora de casa e percebi o futuro
Estendido como um tapete no horizonte
São tantas incertezas e frustrações que devo deixar para trás
E tantos planos que quero e vou executar
Eu tinha mil artifícios para me esconder numa carapaça
Mas fui desarmado, arrancado da armadura que insistia em manter
Talvez minha estória estivesse sendo escrita como as outras
Sem nenhum atrativo que fizesse a diferença
Só mais uma pessoa se escondendo atrás de chances perdidas
Insucessos pessoais que me envolviam num universo de amargura
Cabeça baixa, punhos cerrados, a vida fugindo aos meus pés
Sombras que nunca acabavam e sonhos nunca realizados
Tudo o que eu era, tudo de amargo que eu tinha
As areias destruíram, o mar levou para longe, nunca mais
Se abrindo num poente que marcou o fim de uma era escura
Esperando um novo amanhecer, outra história por escrever.
Obrigação do dia
Há 23 horas

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