quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Trago no peito a esperança sempre presente

Trago no peito a esperança sempre presente
Que a luz surgira por entre as nuvens
E reaparecerá um pedaço azul do céu
É a mesma luz que tirará a escuridão
Dos meus versos,a melancolia e a solidão
Aparecendo diante da claridade
Olho a partícula,pedaço anil que o nublado não escondeu
E grito ao mundo que quem escreveu tais versos fui eu!

Um comentário:

Leandro Freire disse...

Muito obrigado pelo comentário! As poesias desse blog são muito legais, uma mensagem melhor q a outra. São todas suas ou várias pessoas colaboram?