terça-feira, 23 de setembro de 2008

Dia de luz, céu azul, despindo a neblina

Dia de luz, céu azul, despindo a neblina
O vento frio correndo na pele, eriçando os pelos do meu corpo
Azul firmamento manchado de branco pelas nuvens
Que brincam de esconde-esconde com o sol,
Sereno e calmo, seu dono único e supremo
Deixando seu rastro em todos os locais
Atravessando as copas matreiras das árvores
Copas brincalhonas, inquietas, pulsantes de vida
Verdes intensas, molecas, movendo-se pelas sacudidelas
Barulhentas, atingindo meus ouvidos aéreos
E meus olhos castanhos e desatentos
No meio de um fundão, paisagem tardia
Copas corpos coloridos cantando canções do vento
E um poeta a andar pelos campos.

Um comentário:

Eduardo Braga disse...

Camarada Danilo. É tudo verdade!!
Eu vi as lindas árvores e não minto!
O encontro repentino foi louvado e agora precisa ser cultuado para gerar sempre novos frutos!!
Teu blog tá muito maneiro cara!
Você tem bom coração e boas palavras!
Um abração!!!!