Quanta dor tola eu guardo
Dentro do peito bem lá no fundo
Onde os mais intensos segredos
Surgem e latejam ardentes, queimando-me
A alma escura, carente de ternura
Conquistando forças em territórios escassos,
Secos da energia de que preciso, perdi o juízo
Perdido nessa rota dura, sem vez ou az
É tanta petulância, marejar-me os olhos
Por quem não merece um centavo
Um pedaço do que sofro
Seco minha lágrima burra
Guardo essa dor chula
Trancafiada num baú velho
Jogado para fora de mim.
Obrigação do dia
Há 23 horas

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