Este céu, pedaço monocromático azulado
Tão belo e puro em toda a sua beleza e inocência
Inocência que os bons ventos não trazem mais
Cultivada na flor da idade, pequena infância
Moleca, travessa, pulando amarelinha na rua molhada
Tacando pedrinhas no riacho brincalhão
Sobe a ladeira, trepa na árvore, chupa jabuticaba
Imagina o fim da rua como a porta de outro mundo
Onde vai encontrar coisas belas, tesouro no fim do arco-íris
A roda gigante da vida, girando delicada, sem fim
Deu lugar aos cliques virtuais, mundo da informatização
E aquela velha infância ficou relegada a uma lembrança.
Obrigação do dia
Há 23 horas

Nenhum comentário:
Postar um comentário